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Natural de Araçatuba, São Paulo, o artista plástico Eurico Luiz, encontra-se radicado em Aracaju há 26 anos. Costuma dizer que é paulista de nascimento, baiano de coração e sergipano por adoção. Sua sergipanidade foi sacramentada após ter recebido há cerca de oito anos, o título de cidadão sergipano. Quem conhece Aracaju, não desconhece as inumeras obras de Eurico Luiz espalhadas por toda a cidade em praças e avenidas. São suas obras, o enorme Caju na Ponte da Coroa do Meio de acesso ao Shopping Center Rio Mar, os Cajus e a Arara, o boto e o brazão de Aracaju na praça do Iate, entre outras, hoje todas simbolos de nossa cidade. É formado em Artes Plásticas, através da Escola de Belas Artes do Estado da Bahia. Tanto na pintura, como na escultura, Eurico Luiz gosta de retratar e de buscar a alma humana, provocando através das formas de suas obras de arte o sentimento interior do homem. "Eu estou sempre questionando, procuro lançar a minha mensagem e criar a polemica" , ressalta ao acrescentar que aprecia trabalhar a natureza morta, desde que tenha inserido nele a sua verdade. Eurico Luiz após mais de dez anos sem fazer exposição individual em Aracaju, apresentou no dia 26 de março de 1997, na Galeria de Arte Álvaro Santos, esculturas e quadros em técnica mista com delicadas madonas e naturezas morta e paisagens remanescentes da mata atlântica ou as conseqüências do progresso predador sobre essas. São motivos tratados com a experiência e a preocupação de um artista contemplador da mãe natureza simbolizada pelas madonas de vestes alegrementes coloridas e sutilmente sincretizadas com alguns orixás.
Relação das peças em exposição
Relação de outras obras do artista
- O texto e as obras nesta página foram editados em 1997. - Em 09 de dezembro de 2004, em Aracaju, Euriclo Luiz faleceu em consequencia de complicações cardíacas. Casarios, madonas e cabeça chatas, produzidos em óleo sobre tela, estão espalhados pelo mundo num grande acervo de técnica e criatividade imcomparáveis.
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